quarta-feira, 20 de abril de 2016

Validação Customizada de Formulários com Angular

Angular facilita a organização de nossas aplicações em tudo, inclusive na validação de formulários. Porém nenhum framework existente cobre a necessidade de todos os programadores. Com certeza em algum momento você vai querer adicionar alguma funcionalidade à sua aplicação que não é coberta pelo framework. No presente post eu quero inserir uma validação para cpf de um input em meu formulário e não quebrar a validação de angular e não ter de fazer gambiarras. Vamos lá, faremos isto utilizando directives. Para executar esta tarefa me baseei no Post de Ben Lesh e na documentação oficial. 
O pulo do gato é bem descrito por Ben Lesh, utilizando a função $setValidity pertencente ao ngModelController definimos se o valor de um ngModel de determinado campo é válido ou não. Vale à pena conhecer a documentação de ngModelController.

Vamos ao código:
 
dir.directive("cpfValidate", function(){
 return{
  // iremos utilizar a diretiva como atributo
  restrict: 'A', 
  // o elemento a ser validado deve conter o atributo ng-model
  require: 'ngModel',
  link: function(scope, elem, attr, ctrl) {
   /*
    $parser é um array de funções para sanitizar os dados,
    aqui eu adiciono a minha função de validação.
   */
   ctrl.$parsers.unshift(function(value) {
    /* 
     TestaCPF é uma função qualquer para testar um cpf 
     você pode implementar a sua ou copiar na internet.
    */
    var valid = TestaCPF(value);
    ctrl.$setValidity('cpfValidate', valid);
    // se for válido retorno valid, else retorna undefined.
    return valid ? value : undefined;
   });
  }
 };
});

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Estatísticas, R e Java - JRI

Bom neste post, quero apresentar de forma simples como pedir ao R para realizar alguns cálculos e retornar o resultado para uma aplicação em Java.


Vamos ao código:

 Rengine re = new Rengine("--vanilla");
public REXP eval(String c) throws Exception{

 REXP r = rengine.eval(c);

 if(r == null){

 rengine.eval("traceback()");

 throw new Exception("Não teve retorno!!!");

 }

return r;

}
Aqui o que temos é uma função que encapsula a avaliação para o caso.

CMake, RInside, Rcpp e R

Recentemente comecei a experimentar os pacotes RInside e Rcpp para R, que permitem programar em C++ para R e também trazer o R para "dentro" de aplicações em C++. Falando em C++, gosto muito de utilizar o CMake para gerar meus makefiles, contudo com o CMakeLists.txt presente juntos aos códigos exemplo que vem junto com RInside não foi possível compilar os programas. Você pode ver este script aqui.. Eram reportados alguns erros, e, tentando contorná-los identifiquei um que parece ser o suficiente . Mesmo não sendo o intuito deste post falar sobre cmake quero compartilhar a idéia de RInside e CMake funcionam muito bem. Vamos lá: o que eu fiz foi trocar o nome da variável na linha 87 de ${RINSIDELIBS_l} para ${RINSIDELIBS} e pronto.
Bons projetos

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Chamando o R dentro de uma aplicação Java com JRI e Eclipse


  1. Motivação
  2. JRI
    1. Download e Instalação
    2. Configuração
      1. Linux
      2. Windows( a fazer )
    3. Execução

1.Motivação

Você quer fazer um software que utilize o R como motor mas que tenha uma interface usável por usuários não habituados ao ambiente R. Existem algumas bibliotecas em C e Java que permitem que você chame o R dentro de suas aplicações. Aqui vou mostrar como utilizo o JRI para Java. Porém, tive dificuldades para fazer as coisas funcionarem, e você talvez também esteja tendo problemas. Aqui pretendo então dizer passo a passo como fiz.

2.JRI


  2.1.Download e Instalação

Entre no R e digite e execute a linha a abaixo. O ideal é executar o R como administrador, se possível.

install.package('rJava')

  2.2.Configuração

     2.2.1 Linux

É necessário definir algumas variáveis de ambiente. Utilizando seu editor de texto preferido você abrirá o arquivo '.profile' que está na seu home e adicionará algumas linhas.

Obs: O arquivo '.profile' é invisível ao explorador de arquivo, você deve configurar o explorador para exibir arquivos ocultos, ou simplesmente abra um terminal e digite: 'gedit .profile' .

Obs: não digite as aspas

Caso você não queira editar o .profile basta digitar estas linhas toda vez que reiniciar o PC. (não recomendo)

Após editar o .profile é necessário reiniciar a máquina.


As linhas a serem adicionadas são estas a seguir(lembre de checar estes caminhos na sua máquina):

export R_HOME=/usr/lib/R # "Este é o caminho para a pasta que contém a instalação do R, e não caminho para o executável!"

Se tiver dúvida sobre o caminho, no terminal digite: R RHOME

export LD_LIBRARY_PATH=/usr/lib/R/site-library/rJava/jri/

export CLASSPATH=.: /usr/lib/R/site-library/rJava/jri/

2.2.2 Windows

Neste sistema operacional, temos de definir algumas variáveis de ambiente:
  • Caminho para o executável do R
  • Caminho para a jri.dll

3 Execução

Para executar darei alguns detalhes para o as IDEs Netbeans e eclipse.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Weka e Android - Serialization

Mais um problema que tive e custei a encontrar uma solução na internet. Encontrei foi muita gente com a mesma dúvida. Bem, o problema foi o seguinte, criei um app para Android que deveria classificar o usuário quanto ao risco de desenvolver cáries segundo algumas informações fornecidas pelo mesmo. Este modelo de classificação foi gerado por um software muito conhecido, o Weka. O Weka é um software desenvolvido em Java que lhe dá a possibilidade salvar os modelos gerados serializados em um arquivo. O meu plano então era adicionar a biblioteca do Weka  ao meu app, carregar o modelo na memória do dispositivo e então deserializar o modelo e aplicá-lo sobre os dados. Porém eis que não deu certo, uma exceção chata pipocando o tempo todo. Pesquisando sobre serialização entendi o problema: A versão que serializa tem de ser a mesma que deserializa. Se quem implementou as classes não declarou no código um número serial explicitamente durante o desenvolvimento, no momento da compilação então é atribuído este valor e então versões diferentes terão números diferentes. Eu estava utilizando uma versão do Weka no PC e outra no app. Assim se você está tendo este problema na hora de deserializar, tenta essa dica e é provável que vá resolver.

sábado, 15 de junho de 2013

Android, Adicionando arquivos ".jar" externos.

Problemas ao adicionar arquivos ".jar" aos seus projetos Android? Eu tive esse probleminha, adicionava os ".jar" através da opção build path mas na hora de executar, simplesmente sempre ocorria uma exceção dizendo que não localizava o arquivo. Então encontrei o seguinte POST que solucionou tudo.
Basicamente o que acontece é que a JVM Dalvik não consegue lidar com os ".jar" tradicionais, tendo de convertê-los para um formato próprio, e você precisa fazer com que ele faça isso. Para tal basta copiar o ".jar" a ser incluído na pasta lib do seu projeto, se não houver esta pasta você pode criá-la. Então você acessa o menu build path clicando com o botão direito sobre o nome do projeto e na aba library clique add jar e selecione o ".jar" que você copiou para a pasta lib. Simple assim. Espero que isto possa ajudar muita gente como me ajudou, demorei muito a encontrar alguém que soubesse uma
solução para essa questão.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Android: Preferences

Vamos falar de android.preference. É uma coleção de classes para lidar com o armazenamento de configurações e preferências do usuário, mas também podem servir para guardar a última posição em um jogo, tabela de highscores, e outros dados simples sem a complexidade de um banco de dados. Pensando neste uso é que escrevo este Post. Vamos pensar em um simples contador que pode marcar por exemplo quantas vezes a pessoa bebeu um copo de água ao longo de um dia. As preferências(dados) são armazenadas em um arquivo, e os valores recebem um nome através dos quais serão acessados. Por exemplo:



SharedPreferences mySharedPreferences = getSharedPreferences(COPOS, Activity.PRIVATE);
SharedPreferences.Editor editor;
/* COPOS é o nome do arquivo que guarda as preferências da aplicação
   Modo privado para abertura garante acesso exclusivo à aplicação
*/
mySharedPreferences = getSharedPreferences("COPOS", Activity.PRIVATE);
// buscando um valor de nome copos que é um inteiro
int n_copos = mySharedPreferences.getInt("copos",0);
n_copos++;
// iniciando o processo de atualização
editor = mySharedPreferences.edit();
// alterando o campo copos
editor.putInt("copos", n_copos);
// Salvando a alteração
editor.commit();

Este trecho de código poderia ser utilizado para incrementar um contador copos que ficaria armazenado no arquivo de preferências COPOS. Da mesma forma o valor poderia ser obtido e exibido na tela no final do dia.

Bom este é um exemplo muito simples mas que pode abrir um leque interessante de utilizações para esta classe.

Qualquer dúvidas consultem a documentação e me coloco a disposição.
Até o próximo POST.